São principalmente quatro os estados de consciência estudados e comparados entre si, a saber: o estado de consciência de vigília, o estado de consciência de sonho, o estado de sono profundo sem sonho e o estado de superconsciência ou estado transpessoal propriamente dito.
O estado de vigília é o estado de consciência corriqueiro no qual nós estamos na vida cotidiana. As pessoas que estão neste estado dificilmente são sujeitas a fenômenos paranormais, pois nele predominam o raciocínio lógico, a imaginação, os sentimentos, as emoções e as sensações. Nele a respiração, o pulso e as ondas eletroencefalográficas estão dentro da normalidade.
O estado de sonho é um estado em que a consciência está cortada do mundo físico, pois está cortada das senções do corpo físico. Nele só funcionam a imaginação e as emoções. Neste estado, a respiração e o ritimo cardíaco variam confome o estado emocional, mas a tendência é uma diminuição do ritimo inclusive do eletroencefalograma que emite ondas alfa e teta. È neste estado que surgem a maioria dos fenômenos paranormais, chamados de PSI.
Estes fenômenos começam a se manifestar em estado de relaxamento profundo, quando aparecem as ondas alfa, com o ritmo respiratório e card[iaco bastante lentos. O estado de relaxamento é um estado intermediário entre o estado de vigília e o estado de sonho.
No estado de sono profundo, todos os ritmos fisiológicos acima citados são extremamentes lentos, sendo que o eletroencefalógrafp assomça pmdas teta e delta. Neste estado não há mais fenônemos paranormais aparentes, mas tudo indica que nele a consciência está em relação com o que os tibetanos chamam de Clara Luz, ou Luz do Espírito.
No estado de superconsciência ou estado transpessoal, há uma plena consciência que se manifesta como universal e não mais pessoal, em que se dissolve a ilusão da dualidade sujeito-objeto. Segundo o mandukaya Upanishad, um dos textos básicos da yoga hinduísta, este estado seria caracterizado como sendo um somatório dos três estados precedentes. As medidas eletroencelográficas confirmam este texto, já que se registrou em yogues em estado de superconsciência, chamado de samadhi na tradição hinduísta, ondas eletroencefalográficas delta, características do sono profundo sem sonho, enquanto os yogues estavam completamente despertos e de olhos abertos.
Neste estado todos os fenômenos paranormais costumam aparecer, embora os verdadeiros mestres plenamente realizados não costumem fazer alarde dessas manifestações. Eles têm um completo controle das suas emoções destrutivas, inclusive o orgulho. Muito mais eles manifestam, o tempo todo, amor verdadeiro e sabedoria infinita.
(...) Nos Upanshads ( Livros sagrados da Escola Hinduísta) há uma descrição dos cinco corpos do ser humano. O mais grosseiro é o físico, renovado constantemente por moléculas de alimentos e, por isso, chamado em sânscrito de annamaya( feito de anna, comida). O próximo corpo sutil é chamado de pranamaya ( feito de energia vital, prana) ; refere-se ao corpo vital associado aos movimentos da vida, expressados como reprodução, manutenção etc. O próximo corpo, ainda mais sutil , é monomaya ( feito de mana, substância mental), ou seja, o corpo do movimento da mente. O seguinte, chamado de vijnanamayafeito de vijnana, inteligência), é o intelecto supramental ou corpo de temas, o repositório dos contextos de todo os três corpos "inferiores". Finalmente, o corpo anandamaya( feito de ananda, não substancial, a alegria espiritual ou sublime) corresponde a Brahman- a base de tda a existência, a consciência em sua qualidade última.
São Tomé das Letras- MG é uma cidade cercada de lugares e histórias místicas. A Gruta do Carimbado é um desses lugares que dizem os antigos tratar-se de uma passagem subterrânea para se chegar a Machu Picchu ( PERU) usada pelo Incas numa era pré-colonização. Nunca foi possível, ou não há registro desta informação ser verdadeira pois as excursões arqueológicas feitas nunca retornaram. Até aonde há registro trata-se de um caminho escuro e de alta temperatura.
Nota do Blog: Arqueólogos e pesquisadores afirmam a existência de uma conexão real e visível entre São Paulo e o Império Inca. A saber, a trilha conhecido como Peabiru ("caminho forrado" em guarani, por ser coberta de grama), construído não pelos incas, mas pelos nossos guaranis e carijós, para possibilitar a comunicação e a troca entre aldeias dos atuais Sul e Sudeste do Brasil à província incaica do Collasuyu (atualmente Bolívia e norte da Argentina), passando por Assunção do Paraguai.
Ao lado da casa do riso, mora a lucidez Uma velhinha torta, quase cega e surda. Costura meias puídas, cirze saias desbotadas. Ao lado da casa do sonho, mora uma moça triste Lê histórias entrelaçadas de tempos que já se foram. recostada na parede , sonha com terras distantes. Ouve o ruído do rio Imagina os peixes cinzas que deslizam entre as pedras . Na porta da casa da vida tem uma aranha grande Tece fios sobre fios e prende os pés da moça que olha a noite lá fora. Da janela aberta , vê-se uma estrela que , pleonasticamente, brilha como um brilhante. Diz o livro sobre o colo que a Estrela não existe é eco de outras vidas e faz da moça triste Uma moça que lê livros, encostada na parede ao lado de um rio cinza e de uma velhinha sem dente.
Durante a Era Glacial, muitos animais morriam por causa do frio.Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos. Assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso, decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados.
Então precisavam fazer uma escolha: ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
Dessa forma, puderam sobreviver…
Viver não consiste em respirar, mas em agir, e nada de grandioso se consegue sem uma forte vontade e uma grande parcela de amor, para podermos superar as nossas dificuldades e as nossas limitações.As vezes os espinhos que outras pessoas possuem nos incomodam, mas temos que tentar conviver com os nossos espinhos e os de outras pessoas que nos são caras.
" Eu tinha exaltado a minha imaginação de forma a realmente acreditar que em torno de toda a casa e do terreno flutuava uma atmosfera peculiar a ambos e à sua vizinhança imediata – uma atmosfera que não tinha afinidade com o ar do céu, mas que se havia evolado das árvores senis, das paredes cinzentas, do pântano silente – um vapor pestilento e místico, pesado, inerte, mal perceptível, cor de chumbo. .."A Queda da Casa de Usher, Edgard Allan Poe
As janelas vizinhas fecham-se bruscamente às noites de quarta-feira . O baque das portas e janelas de madeira é o único som no caminho da noite. Apenas cães passam em frente aos degraus da pequena escada que levam à porta da casa de arquitetura antiga. As luzes apagam-se pontualmente às nove horas e os moradores dos prédios vizinhos dão às costas e ampliam os sons de fritura nas cozinhas . É como um canto alto quando as luzes se apagam . O sobrevivente do escuro canta para espantar o medo - o mais alto que sua voz alcança. Assim fazem os moradores: ligam o noticiário da noite e fritam carnes e ovos. Falam do trivial do dia, do atraso do ônibus, do preço das frutas. Todas as atenções mais profundas estão nas luzes que se apagam as nove horas, mas todos os ruídos tentam ignorá-las.
O Pêndulo e o Calabouço
No interior da sala, apenas o dedilhar distante de um piano inunda o ambiente azulado. Homens e mulheres ouvem a música imersos no turbilhão de caminhos que abrem-se ao redor da mesa: o rio, o barco, uma estrada de terra. Cada um escolhe uma direção. A mulher , por sua vez, para diante de uma porta entreaberta . Olha a parte de cima para onde se ergue o portal extremamente alto e largo. Ouve os sinos mesclando-se ao som do piano . As notas pulam uma a uma como se partissem para dar lugar ao badalar dos sinos. Empurra a porta apoiando toda a força no pulso da mão direita. Adentra ao salão da Igreja. É um espaço amplo, quase oval com dezenas de bancos espalhados. O teto sobe arredondado afunilando-se ao que pode ser a entrada das torres. A catedral ! É a imagem que seu coração aos saltos reconhece. Está em Diamantina, na catedral de Santo Antônio. Conhece cada canto da igreja de sua infância. Não há santos no altar mor e vazios estão os altares menores que espalham-se nas paredes. Os muros que sustentam a igreja perdem -se na claridade que desce do centro da sala e inclina-se como uma espada de poeira e luz. Caminha em direção ao último banco e ao homem de terno escuro curvado sobre as pernas. Observa o traçado do terno, o laço que deveria ser a gravata, observa as botas.
_Senhor, posso ajudar?
O homem levanta o rosto e crava-lhe o olhar. Pensa por um instante conhecer a fisionomia: o formato das sobrancelhas, a testa acentuada, o cabelo. O Homem parece ouvir os sons finais dos pêndulos. Levanta os olhos ao teto e segura o queixo.
_ A Senhora sabe há quanto tempo vivo nestes bancos e ouço o barulho das asas, o som ensurdecedor dos sinos? Quanto? Por acaso tem idéia?
_ Provavelmente muito. Fala, observando a roupa do homem.
_ A Senhora sabe que se eles me encontrarem terei que correr para os muros de outra igreja? Eles odeiam igrejas, geralmente não entram.
_ Por que o Senhor não tenta conversar com eles?
_ Inútil, eles não querem conversa. Reclamam de mim, a Paz! !É possível compreender isso? Eles dizem que eu lhes tirei a paz. Alimentei o tormento de suas almas com o peso dos meus versos, de minhas palavras.
- O Senhor faz versos?
_ Eu achava que sim. Hoje não resta muito, o grande escritor se foi. Com o tempo passei a compreender os poços profundos que construí com minhas narrativas. Suicídios, adorações nocivas, leitores que se identificavam com meus enredos tecidos no linhame da morte. Nunca leram uma palavra de alento, uma história que desse vida a um pensamento bom. Nada. Todas as madrugadas soprei o clarim , aliciando-os ao exército das trevas. Pisavam nos pés um dos outros, cortavam as próprias mãos , feriam a pele do próprio rosto. Os cânticos foram sempre gritos incessantes dilacerados pela febre. Marcharam voluntariamente para o desalento ao som funesto de meus versos. Em minhas aldeias escuras, edifiquei casas sobre o pântano do medo. A droga não é tragada, não é líquida ou gasosa , mas a perfeita invasão dos sentidos. Corre na pele e cava sulcos em direção às veias. Engana primeiro a visão, entorpece o olfato. A língua cresce dentro da boca e impede o grito. Os dentes sangram sempre, e um som ensurdecedor é criado de acordo com a agonia individual . Os olhos não encontram as saídas e resta-lhes o calabouço , as correntes, a prisão. Ouça ! É o grosnar das aves sobre as torres da igreja. Vestem-se com as asas dos pássaros, mas são eles, eu sei que são...
_ Há uma escada do seu lado direito, diz a mulher. Podemos chegar ao pátio da torre sem sermos visto, o ar puro vai te fazer bem.
O Homem aceita a mão estendida e caminha ao lado da mulher. Percorre o espaço que antecede a saída ao pequeno pátio . As aves estão enfileiradas do outro lado - petrificado exército de ébano. O homem olha a noite, os pêndulos do sino já não cantam, as paredes altas das torres são muros inertes. Olha o céu. A noite é clara e o tapete de pontos iluminados cobre-lhe a cabeça. A mulher segura-lhe a mão e ele ergue devagar os olhos à paisagem noturna. Por breve instante observa.Sente a brisa leve tecendo delicados riscos entre os fios dos cabelos. Sente o silêncio respeitoso das horas e a umidade que se estende sobre os telhados das casas beija-lhe timidamente os lábios. A cidade, seus sobrados e ladeiras dormem.
_ Veja, não há mais ninguém , todos se foram.
O homem olha o canteiro de casas espalhadas , o contorno das portas que na pouca claridade seus olhos esforçam receber.
_Não há nenhum motivo para o Senhor se esconder nos porões, nas igrejas... mais ninguém o procura.
_ Para onde foram?
_ Para suas vidas!
- Se voltarem?
- Se voltarem, dê-lhes toda a poesia que não conhecem. Fale da alegria e das canções. Que depois das noites escuras e tormentosas há muita lama para limpar e muito trabalho a fazer, Que suas asas podem lhes dar voos imprevisíveis, que é preciso viver e também sonhar. Que a boa sintonia mental é como música : é preciso ouvi-la e seguir. Diga-lhes que o perdão é necessário em nossas vidas como flores são necessárias aos jardins. Casas sem jardins são tristes e precisamos cuidar deles todos os dias. Somos todos , jardineiros do mundo. Dê-lhes boas palavras, bons livros, boas histórias.
_ Só isso será suficiente?
- Vai ajudar muito.
- Quando poderei fazer ?
_ Não sei exatamente quando, mas quando for possível, esteja pronto e não fuja do necessário. O que já foi feito é irremediável, mas todos eles cruzarão sua vida de novo e a maneira mais fácil de influenciá-los será através do que mais gosta : de sua imaginação. Ela estará presentes em livros , teatros, em músicas, e em outros caminhos que o Senhor ainda não conhece . No fundo serão histórias, suas histórias.
O Homem olhou em volta e não havia mais a mulher, o burburinho das aves. Apenas ele e a vastidão de pontos luminosos que circulavam o piso da torre da igreja e cintilavam ao seu redor como cristais iluminados. Estendeu as mãos e pegou um dos pontos e o colocou no bolso da camisa. A pequena luz escorregava como bolinhas de mercúrio. Continuou a brincadeira de persegui-las e não percebeu que elas trançavam riscos contínuos por sua silhueta até se confundirem em um formato único. Lá embaixo a cidade amanhecia com suas ladeiras e sua gente.
Luísa Ataíde
NOTA do Blog: - A estranha morte de Edgar Allan Poe
A Biografia De Edgard Allan Poe é repleta de mistérios, em especial a parte que refere-se ao seu desencarne. Encontrado inconsciente numa vala de rua, ficou hospitalizado por uma semana. Em seu delírio narrava a visita de um enigmático Sr. Reynolds, que teria vindo buscá-lo e cobrar-lhe todos os desatinos da vida desajustada. Segundo pesquisadores, Edgar Allan Poe passou as últimas horas de sua vida numa taberna e entrou em coma alcoólico , o referido visitante só foi visto por ele. Alguém o encontrou desacordado, e em suas roupas um endereço e foi assim possível comunicar à família o paradeiro daquele que era um dos maiores sucessos literários da época. A causa real de sua morte não foi esclarecida e teorias conspiradoras diversas foram escritas, filmadas e divulgadas pelo mundo.
Entre 2000 e 2001 foi resgatado em um centro espírita no Brasil o espírito de Edgar Allan Poe. Segundo a experiência narrada, o escritor após o desencarne no meados do século XIX permaneceu fugindo daqueles que ele passou a considerar os seus algozes - os seus próprios leitores. A legião de espíritos atormentados consideravam-se influenciados negativamente por seus contos de terror: levados ao vício, ao suicídio, à loucura. O espírito disse que um dos poucos lugares que ele conseguia paz era no interior das Catedrais. e por mais de um século vagou por diversas delas, por todo o mundo , até ser atendido por uma médium brasileira . Segundo o relato da médium que o socorreu, ele , como todos os outros escritores góticos, firmou compromisso de na próxima experiência carnal usar a criatividade para melhorar a sintonia espiritual do planeta. O texto acima foi baseado em tal relato.
Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar,mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros
acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas". Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... Ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.
No centro de formoso jardim, havia grande lago, adornado de ladrilhos azul-turquesa. Alimentado por diminuto canal de pedra, escoava suas águas, do outro lado, através de grade muita estreita.
Nesse reduto acolhedor, vivia toda uma comunidade de peixes, a se refestelarem, nédios e satisfeitos, em complicadas locas, frescas e sombrias. Elegeram um dos concidadãos de barbatanas para os encargos de rei, e ali viviam,plenamente despreocupados, entre a gula e a preguiça. Junto deles, porém, havia um peixinho vermelho, menosprezado de todos. Não conseguia pescar a mais leve larva, nem refugiar-se nos nichos barrentos.
Os outros, vorazes e gordalhudos, arrebatavam para si todas as formas larvárias e ocupavam, displicentes, todos os lugares consagrados ao descanso. O peixinho vermelho que nadasse e sofresse. Por isso mesmo era visto, em correria constante, perseguido pela canícula ou atormentado de fome.
Não encontrando pouso no vastíssimo domicilio, o pobrezinho não dispunha de tempo para muito lazer e começou a estudar com bastante interesse.
Fez o inventário de todos os ladrilhos que enfeitavam as bordas do poço, arrolou todos os buracos nele existentes e sabia, com precisão, onde se reuniria maior massa de lama por ocasião de aguaceiros.
Depois de muito tempo, à custa de longas perquirições, encontrou a grade de escoadouro. À frente da imprevista oportunidade de aventura benéfica,refletiu consigo:
“Não será melhor pesquisar a vida e conhecer outros rumos?”
Optou pela mudança.
Apesar de macérrimo pela abstenção completa de qualquer conforto, perdeu várias escamas, com grande sofrimento, a fim de atravessar a passagem estreitíssima.
Pronunciando votos renovadores, avançou, otimista, pelo rego d’água, encantado com as novas paisagens, ricas de flores e sol que o defrontavam, e seguiu, embriagado de esperança... Em breve, alcançou grande rio e fez inúmeros conhecimentos.
Encontrou peixes de muitas famílias diferentes, que com ele simpatizaram, instruindo-o quanto aos percalços da marcha e descortinando-lhe mais fácil roteiro.
Embevecido, contemplou nas margens homens e animais, embarcações e pontes, palácios e veículos, cabanas e arvoredo.
Habituado com o pouco vivia com extrema simplicidade, jamaisperdendo a leveza e agilidade naturais.
Conseguiu, desse modo, atingir o oceano, ébrio de novidade e sedento de estudo.
De início, porém, fascinado pela paixão de observar, aproximou-se de uma baleia para quem toda a água do lago em que vivera não seria mais que diminuta ração; impressionado com o espetáculo, abeirou-se dela mais que devia e foi tragado com os elementos que lhe constituíam a primeira refeição diária.
Em apuros, o peixinho aflito orou ao Deus dos Peixes, rogando proteção no bojo do monstro e, não obstante as trevas em que pedia salvamento, sua prece foi ouvida, porque o valente cetáceo começou a soluçar e vomitou, restituindo-o às correntes marinhas.
O pequeno viajante, agradecido e feliz, procurou companhias simpáticas e aprendeu a evitar os perigos e tentações.
Plenamente transformado em suas concepções do mundo, passou a reparar as infinitas riquezas da vida. Encontrou plantas luminosas, animais estranhos, estrelas móveis e flores diferentes no seio das águas. Sobretudo, descobriu a existência de muitos peixinhos, estudiosos e delgados tanto quanto ele, junto dos quais se sentia maravilhosamente feliz.
Vivia, agora, sorridente e calmo, no Palácio de Coral que elegera, com centenas de amigos, para residência ditosa, quando,ao se referir ao seu começo laborioso, veio a saber que somente no mar as criaturas aquáticas dispunham der mais sólida garantia, de vez que, quando o estio se fizesse mais arrasador, as águas de outra altitude continuariam a correr para o oceano.
O peixinho pensou, pensou... e sentindo imensa compaixão daqueles com quem convivera na infância, deliberou consagrar-se à obra do progresso e salvação deles. Não seria justo regressar e anunciar-lhes a verdade? Não seria nobre ampará-los, prestando-lhes a tempo valiosas informações?
Não hesitou.
Fortalecido pela generosidade de irmãos benfeitores que com ele viviam no Palácio de Coral, empreendeu comprida viagem de volta. Tornou ao rio, do rio dirigiu-se aos regatos e dos regatos se encaminhou para os canaizinhos que o conduziram ao primitivo lar.
Esbelto e satisfeito como sempre, pela vida de estudo e serviço a que se devotava, varou a grade e procurou, ansiosamente, os velhos companheiros.
Estimulado pela proeza de amor que efetuava, supôs que o seu regresso causasse surpresa e entusiasmo gerais. Certo, a coletividade inteira lhe celebraria o feito, mas depressa verificou que ninguém se mexia.Todos os peixes continuavam pesados e ociosos, repimpados nos mesmos ninhos lodacentos, protegidos por flores de lótus, de onde saíam apenas para disputar larvas, moscas ou minhocas desprezíveis.
Gritou que voltara a casa, mas não houve quem lhe prestasse atenção, porquanto ninguém, ali, havia dado pela ausência dele . Ridicularizado, procurou, então, o rei de guelras enormes e comunicou-lhe a reveladora aventura. O soberano, algo entorpecido pela mania de grandeza, reuniu o povo e permitiu que o mensageiro se explicasse. O benfeitor desprezado, valendo-se do ensejo, esclareceu, com ênfase, que havia outro mundo liquido, glorioso e sem fim. Aquele poço era uma insignificância que podia desaparecer, de momento para outro. Além do escoadouro próximo desdobravam-se outra vida e outra experiência. Lá fora, corriam regatos ornados de flores, rios caudalosos repletos de seres diferentes e, por fim, o mar, onde a vida aparece cada vez mais rica e mais surpreendente. Descreveu o serviço de tainhas e salmões, de trutas e esqualos. Deu notícias do peixe-lua, do peixe-coelho e do galo-do-mar. Contou que vira o céu repleto de astros sublimes e que descobrira árvores gigantescas, barcos imensos, cidades praieiras, monstros temíveis, jardins submersos, estrelas do oceano e ofereceu-se para conduzi-los ao Palácio de Coral, onde viveriam todos, prósperos e tranqüilos. Finalmente os informou de que semelhante felicidade, porém, tinha igualmente seu preço. Deveriam todos emagrecer, convenientemente, abstendo-se de devorar tanta larva e tanto verme, nas locas escuras e aprendendo a trabalhar e estudar tanto quanto era necessário à venturosa jornada. Assim que terminou, gargalhadas estridentes coroaram-lhe a preleção.Ninguém acreditou nele. Alguns oradores tomaram a palavra e afirmaram, solenes, que o peixinho vermelho delirava, que outra vida além do poço era francamente impossível, que aquela história de riachos, rios e ceanos era mera fantasia de cérebro demente e alguns chegaram a declarar que falavam em nome do Deus dos Peixes, que trazia os olhos voltados para eles unicamente. O soberano da comunidade, para melhor ironizar o peixinho, dirigiu-se em companhia dele até à grade de escoamento e, tentando, de longe, a travessia, exclamou, borbulhante:
- “Não vês que não cabe aqui nem uma só de minhas barbatanas? Grande Tolo! Vai-te daqui! Não nos perturbes o bem-estar... Nosso lago é o centro do Universo... Ninguém possui vida igual à nossa!...” Expulso a golpe de sarcasmo, o peixinho realizou a viagem de retorno e instalou-se, em definitivo, no Palácio de Coral, aguardando o tempo. Depois de alguns anos, apareceu pavorosa e devastadora seca. As águas desceram de nível. E o poço onde viviam os peixes pachorrentos e vaidosos esvaziou compelindo a comunidade inteira a perecer, atolada na lama...
No dia 6 de agosto será realizado o evento "Tributo a Chico Xavier" num dos auditórios da ONU, em Nova York (EUA), em uma promoção da United Nations Staff Recreation Council (LNSRC) e Society for Enlightenment And Transformation (SEAT). Será apresentado o filme Chico Xavier, seguido de uma mesa redonda com produtores e atores do filme e diretores da FEB e do Conselho Espírita Internacional. Informações: www.spiritistvideos.com/chico
MENSAGEM CHICO XAVIER
Nasceste no lar que precisavas, vestiste o corpo físico que merecias, moras onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com teu adiantamento.
Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização.
Teus parentes, amigos são as almas que atraíste, com tua própria afinidade.
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontade são a chave de teus atos e atitudes....
São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência.
Não reclames nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos. Reprograme tua meta, busca o bem e viverás melhor.
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo
Qualquer um pode começar agora e fazer um Novo Fim.
Carl Gustav Jung desenvolveu a expressão "sombra" para denominar tudo aquilo que somos mas ignoramos ser. Esse termo, em psicologia, significa que tudo o que o homem não quer ser ou ver em si mesmo permanece oculto no seu inconsciente. É o outro lado de nós mesmos o que se encontra no mais escuro de nossa alma" Do livro, A IMENSIDÃO DOS SENTIDOS, Francisco do Espirito Santo Neto, pelo Espírito Hamed- Editora Boa Nova
Se o Criador nos deu um anjo guardião , este anjo chama-se "Nós mesmos". Nossa própria consciência em exercício diário de vigiar e orar. Vigia o vento as pragas dos campos, o jardineiro as ervas daninhas. Oram as mães, ou quem ocupa este lugar, pelo sucesso dos filhos. Oram as estrelas iluminando os caminhos na terra. Temos de estar em estado de vigília mesmos quando os dias são fartos e anestesiados, porque nestes dias estarão ocultas as armadilhas. Nossas armadilhas chamam-se Saúde, Abundância, Vaidade e tantas outras que são doces da ilusão. Estamos aqui para sermos felizes e fazer os outros igualmente felizes. Há um segredo e um tesouro escondido no Amar ao próximo. Se o verbo Amar fosse sempre conjugado não haveria lugar para as guerras, a miséria material, as diferenças inúteis das etnias, a Violência nossa de todos os dias. Somos filhos da Criação Divina, simples filhos das mãos estendidas da misericórdia. As repetições de fatos de violência na mídia nos leva a refletir que somos frágeis quando anestesiados pela ilusão da vaidade, somos presas fáceis de nossas sombras. A grande Luz celestial paira sobre o planeta mas insistimos em nos esconder nos vales e sombras. Temos responsabilidade com todos ao nosso redor, uma responsabilidade que nos foi confiada. Na convivência com a Família, no cruzar das avenidas, ao abrirmos a janela para mais um dia.
" Não deixe que a depressão ou a ansiedade tolha o seu crescimento. Sentir-se deprimido é perder a perspectiva, esquecer e aceitar tudo como natural. Aperfeiçoe o seu enfoque. Restabeleça os seus valores. Lembre-se de que há coisas que não devem ser aceitas como inevitáveis. Mude a sua perspectiva e lembre-se do que é importante e do que importa menos. Saia da rotina. Lembre-se de ter esperança. Ficar ansioso é perder-se no Ego. É perder de vista as nossas fronteiras. Há uma vaga lembrança de perda de amor, de orgulho de ferido, de perda de paciência e de paz. Lembre-se : você nunca está sozinho. Nunca perca a coragem de assumir riscos. Você é imortal. Ninguém pode feri-lo"
Toda esta noite o rouxinol chorou
Gemeu, rezou, gritou perdidamente !
Alma de rouxinol, Alma da gente
Tu és,talvez , alguém que se finou !
Alma Perdida- Florbela Espanca
Noturno
Todas as noites, despido da farda do sono, nosso espírito sobe a escada que leva ao sótão em busca da caixa. Todas as noite procuramos incessantemente na caixa o velho álbum de fotografias. Uma vez aberto o livro, procuramos a chave que abre as outras portas. Na roleta de centenas de fechaduras e pilhas de chaves entrelaçadas, tentamos mais uma vez abrir a porta certa para um campo verde, um céu ensolarado: uma casa grande, povoada de risadas e cortinas brancas.
Salinas, sul do Espírito Santo, 1928.
Chamam-me Magnólia. Meu pai deu-me esse nome de flor porque amava o perfume delas. Pegava-me no colo e lá do alto eu ouvia seus lábios movendo-se:
- Minha florzinha cheirosa!
Se pudesse, eu escreveria tudo que vivo num diário e depois de findo o dia, voltaria ao passado , estendida sobre uma cama com lençóis branquinhos. Interromper o escovar dos cabelos e deixar as palavras se acomodarem sobre os travesseiros. Uma a uma, escolheria as letras e elas iriam florescer como um jardim. Isto se eu pudesse . Não fui à escola e no quarto não há camas. Estendem-se pelo chão esteiras secas e gastas. Algumas têm as pontas desfiadas e fazem cócegas no nariz. Enquanto todos dormem espero o sono que ronda o quintal lá fora. È noite escura e a coruja pia. Os sapos fazem coro e acendo a lamparina. Milhares de patas cruzam minha cabeça como um turbilhão de cavalos correndo em direção ao rio. Posso sentir o riscar das patas na terra em todos os sentidos. Curvo-me em direção à lamparina e com a parte fina do pente risco a cabeça dolorida. As feridas voltam a doer e dezenas de pontos negros descem em direção ao fogo. Estalam quando queimam e o cheiro inunda o quarto. Sonho com um cabelo limpo , cheio de ondas que descem até os ombros. As ondas brilham e cheiram à alfazema. Sonho com um quarto e uma cama macia, e nele só eu durmo. Sonho com minha mãe de volta e broa de milho novamente no café da manhã. Lembro-me do dia que ela desceu os três degraus da entrada da casa , arrastando uma mala grande, sem olhar pra trás. Espalhou os filhos na vizinhança e bateu a porta . Nunca deciframos Adelina e seus segredos.
Todas as moças dormem. Coçam incessantemente a cabeça durante o sono , mas nada as acorda. O trabalho na roça é árduo : doem-me os braços e os dedos dos pés. Por que estou lembrando, agora, do homem fardado que parou o cavalo na porta da casa? Rapaz alto , pele queimada pelo sol , um dente dourado do lado esquerdo. Todos os homens deveriam ter dentes de ouro e relógio no braço... Ele procurava alguém , tenho certeza. Olhou pra dentro da casa e pro bordado que eu tinha sobre as pernas. Faltam poucos meses para o casamento e muitos sacos a serem bordados. À noite, as costas doem e o trabalho não rende ; é melhor costurar antes do escurecer. Em Setembro , Abílio retorna , estou certa, e direi adeus a todo o sofrimento. Digo em pensamento adeus a casa e a essa família que não pertenço. Oito moças negras dormem espalhadas pelo chão. Foram minhas irmãs quando a ausência materna levava-me para trás da casa, para chorar escondido. Dividimos a água da moringa e a tapioca esturricada sobre a mesa, o banco da carroça e as orações da missa. Aprendi a cantar e cerzir, a raspar mandioca e espremer a puba. Tudo o que aprendi, aprendi com elas. Cada uma traz um tesouro guardado. É o tesouro da virtude lhes diz a mãe. Os olhos das moças brilham como espelhados num poço fundo. À noite ? Elas desencantam e como estátuas tombam , dormem pesado sobre as esteiras nuas.
Salinas foi tragada pelo mar, 2008.
Numa das noites em que a única moça branca da casa não conseguia dormir porque os pés doíam, houve repentinamente um ruído forte entre a cerca e a porta. A janela foi arremessada para o fundo da parede e o homem entrou . A moça reconheceu o homem fardado e faltou-lhe voz para gritar. As irmãs dormiam e não se mexeram com o arremesso da janela. O homem com botas longas entra no quarto e sem pedir licença a arrasta para o escuro da noite. É o rapaz fardado, é ele. Tem os olhos graves e por breve instante seus olhares cruzam. Sente o corpo jogado para o alto e as mãos do homem a segura pela cintura.
A luminosidade é pouca e a moça tenta se soltar do nó que os braços lhe fazem em volta do corpo. O cavalo corre pela trilha ladeada de galhos e ela lembra-se dos sacos por bordar dentro do caixote sob a mesa. Sente a proximidade do homem e o abraço não é macio como o do noivo. O estremecimento do peito é medo. Na curva da ponte vê a casa afastando-se como um fantasma fincado no escuro. Os dias, a casa e a vida sonhada correm rápidos sobre o rio ao lado do cavalo. O animal pula as pedras e curva pro lado oposto ao rio. Sente a respiração forte do homem sobre os ombros. Sente uma saudade antecipada de tudo que a mão já não alcança.
Quando o noivo voltou a moça há meses não vivia na casa, e os padrinhos lamentaram a fuga e a falta de notícias. Souberam que foram para a serra e passaram por lá duas semanas. Algum tempo depois houve o casamento na igrejinha antiga, aquela que fica depois da ponte e o rio.Deixou todos os sacos bordados no caixote do quarto e nunca veio buscá-los.
- Então ela não conhecia o soldado?
- Viu pela primeira vez, naquela manhã.
- Por que ele fez isso?
- Vingança. O tal Abílio dormiu com a mulher dele enquanto ele estava no exército.
- Mas ele casou com a moça!
- A intenção era levá-la pra longe e desmoralizar o noivo. Ele não se aproximou dela enquanto estavam na casa da serra. A moça disse ao soldado que não poderia voltar à cidade, duas semanas depois, como se nada tivesse acontecido.Disse ainda que o noivo não ia aceitá-la de volta, só restava-lhe casar com ele ou morreria de vergonha.
- O noivo sabia a razão de tudo?
- Sabia. Tanto que nem a procurou. No mesmo dia partiu pra cidade e não mais voltou. Teve medo do soldado.
- E como foi a vida dela? Preciso escrever o final da história.
Escreva que viveram de cidade em cidade, como se ele, o soldado, procurasse alguém. Tiveram muitos filhos e dormiam em quartos separados. A moça tornou-se , de vez, uma mulher da terra . Uma mulher de braços e coração forte: dessas com as unhas dos pés encravadas e tamanco de madeira sob o calcanhar rachado . Não mais sonhava com quartos claros e cama macia. Nunca aprendeu a ler, mas tinha uma sabedoria que não se aprende nos livros, floresce na alma como um jardim. A mãe voltou numa manhã de sol e ela abriu-lhe a porta e os braços. O noivo transformou -se em uma mancha que foi apagando-se antes do sono, como uma foto desbotada. Se a moça, ao dormir, subia ao sótão das lembranças e procurava a chave, nunca vamos saber. Se a moça corria pelos campos verdes e encontrava a casa iluminada e o seu amor lá dentro, também não saberemos. Morreu numa cama de hospital, cercada de tubos e lençóis brancos. Finalmente os lençóis.
Nota da autora: Obrigada, Luíza Moreira , coordenadora do projeto e a Editora Scortecci, por acreditarem no meu trabalho e ajudarem a imortalizar um pouco da história de Magnólia Constância, minha avó, que ensinou-me a ver o mundo com compreensão e respeito. Obs: a festa foi linda. Conheci pessoas interessantes , alegres e cheias de vida. Parabéns a todos os participantes!
PALAVRA FINAL DE LUÍZA MOREIRA:
SEGUE A LISTA DOS AUTORES QUE SE DESTACARAM NO PROJETODELICATTA IV
1º LUGAR CONTO
LUISAATAÍDE
"O ROUXINOL E A COTOVIA"
2º LUGAR CONTO
STEFANNIMARION
" ESQUINA"
3º LUGAR CONTO
LEIDE BORGES
" A VINGANÇA"
1º LUGAR CRÔNICA
ADALBERTO ANTÔNIO LIMA
"PERCALINA VERDE-DRUMMOND"
2º LUGAR CRÔNICA
REBECA XAVIER
"O SORRISO DA MOÇA"
3º LUGAR CRÔNICA
ANTONIO PEREIRA DE SANTANA
"GERAIS DE MINAS"
1º LUGAR SONETO
TULIO RODRIGUES
"MAIS FELIZES"
2º LUGAR SONETO
HILTON CORDEIRO
" LÚGUBRE SACRIFÍCIO"
3º LUGAR SONETO
FABIODAFLON
"SONETO DA INFIDELIDADE"
1º LUGAR TROVA
FRANCISCO BORGES
" VEREDAS"
2º LUGAR TROVA
JANE ROSSI
" CLARA E GEMA"
3º TROVA
MATHEUSFANTELLISTELINI
" TROVAS TRISTES E ENGRAÇADAS"
1º LUGAR POEMA LIVRE
JF LISBOA
" A PAIXÃO EM DEZ PÉS"
2º LUGAR POEMA LIVRE
SOAROIR DE CAMPOS
" VERSOS VERDES FRITOS"
3º LUGAR POEMA LIVRE
HELENITASCHERMA
" DESTINO"
DESTAQUE - PERSONALIDADE 2009
MARILENETEUBNER
CONJUNTO DA OBRA
MARCELO ROQUE.
FOI UM FINAL DE SEMANA INESQUECÍVEL PRA MIM!
ESPERO TER A SUA PARTICIPAÇÃO NO PROJETODELICATTA V, CUJAS INSCRIÇÕES JÁ ESTÃO ABERTAS COM LANÇAMENTO EM AGOSTO DE 2010 NA 21º BIENAL DO LIVRO DE SÃO PAULO!