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sábado, 28 de novembro de 2009

UMA PÁGINA PARA DOIS




Fotografia- Eduardo Poisl

"E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram.
Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."

Miguel Sousa Tavares

Do Belíssimo Blog: http://edupoisl.blogspot.com/



(repassando selo recebido do blog @na rede)

domingo, 15 de novembro de 2009

Poesia Linda

EMMANOEL - Psicografado por  CHICO XAVIER


 

Alma gêmea de minha'lma...

flor de luz de minha vida....

Sublime estrela caída...

das belezas da amplidão

Quando eu errava no mundo...

triste e só, no meu caminho,

Chegaste, devagarinho,

E encheste-me o coração....

Vinhas na bênção das flores

Da divina claridade,

Tecer-me a felicidade

Em sorrisos de esplendor!!!

És meu tesouro infinito,

Juro-te eterna aliança,

Porque sou tua esperança,

Como és todo meu amor!

Alma gêmea de minha'lma,

Se eu te perder algum dia...

Serei tua escura agonia,

Da saudade nos seus véus...

Se um dia me abandonares,

Luz terna dos meus amores,

Hei de esperar-te, entre as flores

Da claridade dos céus."
 

(Gentilmente enviado por  SUIA MACIEL)

sábado, 14 de novembro de 2009


“ (…) Apesar de todas as amizades, sempre na vida estamos sozinhos; o que é mais grave, mais doloroso, exactamente como o que é mais belo, passa-se apenas connosco. Entre um homem e outro homem há barreiras que nunca se transpõem. Só sabemos, seguramente, de uma amizade ou de um amor: o que temos pelos outros. De que os outros nos amem nunca poderemos estar certos”.


(Agostinho da Silva, “Sete Cartas a um Jovem Filósofo )

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

SONATA PARA UMA INSÔNIA




Luis Martins da Silva

Sete notas musicais,
Sustenidos e bemóis,
Deram-se em partituras,
Inclusive as atonais.


Mas melodia de chuva
Na madrugada inventada...
Quem a compôs monocórdia,
Mas de tão doce lavada?


Solfejo de uma nota só,
Tão somente si e si,
Ou se algum perdido dó
De brisa toca no vidro...


Percussão de xilofone,
Assovio de cupido,
Silêncio de grilos conspícuos,
Vez de pingos o alarido.


Alaúde, bojo mudo,
Toque de caixa somente,
Fofas notas sobre folhas,
Já salivação de húmus.


Por baixo se esgueiram gueixas,
Lascivas lesmas salientes,
A sair lambendo o mundo,
Agora, que o tempo deixa.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Bons livros, Bons Companheiros

"Sei que existe uma razão para todas as coisas. É possível que no momento em que ocorre um determinado acontecimento não tenhamos nem o discernimento nem a visão antecipada para compreendermos a razão, mas com o tempo e paciência tudo  virá a se esclarecer."






Brian Weiss-    Muitas Vidas, Muitos Mestres, Editora Pergaminho